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17/06/2019 em Aeroporto Internacional de Campo Grande

Aeroporto de Campo Grande (MS) cadastra doadores de medula óssea em homenagem ao Junho Vermelho

No mês dedicado à doação de sangue, Junho Vermelho, o Aeroporto Internacional de Campo Grande (MS) realiza, na próxima terça-feira (18/6), das 8h às 12h, o cadastramento de doadores de medula óssea no terminal de passageiros. O evento é aberto ao público.

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Aeroporto (CIPA) é responsável pela realização da atividade, com apoio da Infraero , e em parceria com o Centro de Terapia e Hematologia de Mato Grosso do Sul (Hemosul) e o Instituto Sangue Bom.

Para o superintendente do aeroporto, Richard Aldrin Fernandes Custódio, a ação pretende sensibilizar a comunidade aeroportuária e os passageiros para a importância desse gesto que pode salvar vidas.   

“Nossa intenção é incentivar o cadastramento de novos doadores e apoiar a atualização dos dados daqueles que já são cadastrados no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome)”, disse Custódio.

De acordo com a coordenadora do Hemosul, após o cadastro, a pessoa motivada a se tornar doadora de medula óssea deve compreender que a probabilidade de encontrar um doador compatível é de 1 em 100 mil.   

“É importante que as informações para contato estejam em dia para que, em caso de acharmos um doador compatível, seja possível efetivar a doação”, explica a coordenadora do setor de medula óssea do Hemosul, Lucéia Maria Fernandes.

Em 2018, segundo dados do Ministério da Saúde, foram realizados 2.877 transplantes de medula óssea no Brasil. Atualmente, o país conta com 88 estabelecimentos habilitados para realização de transplante de medula óssea.

Quem pode doar?

Para a coordenadora do Hemosul, qualquer pessoa em boas condições de saúde, com idades entre 18 e 55 anos, pode se cadastrar. A doação pode ocorrer até os 60 anos. Porém, aqueles que já tiveram hepatites B e C, e possuem sorologia positiva para HIV, por exemplo, não podem ser doadores de medula óssea.

"O procedimento de doação não é complexo como a maioria pensa. Trata-se de doação de medula óssea, que nada mais é do que tecido líquido que ocupa o interior dos ossos, conhecido como tutano. Não tem nada a ver com a medula espinhal”, explica Fernandes.

Segundo a especialista, o tutano é responsável pela produção das hemácias (glóbulos vermelhos), dos leucócitos (glóbulos brancos) e das plaquetas.

SERVIÇO

Cadastramento de Doadores de Medula Óssea

Local: Terminal de Passageiros do Aeroporto Internacional de Campo Grande

Data: 18/6/2019 – terça-feira

Horário: Das 8h às 12h

Informações: Redome e Hemosul

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