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21/03/2017 em Aeroporto de Goiânia - Santa Genoveva

Aeroporto de Goiânia gera economia com sistema de tratamento e reuso de águas

      O Aeroporto de Goiânia/Santa Genoveva (GO), afinado com as necessidades de preservação ambiental e de economicidade de recursos, conta com uma ETR (Estação de Tratamento e Reuso) de águas pluviais e de águas cinzas. A unidade foi entregue junto com o novo terminal de passageiros, em maio de 2016. Após a fase de operação assistida, entrou em pleno funcionamento em novembro do ano passado.

      No primeiro bimestre de operação, a estação entregou 1.384 m³ de água para reuso, 39% de todo o volume de água utilizado no terminal. Esses resultados, além dos benefícios ambientais, trouxeram economia de R$ 23,2 mil.

      A ETR gera, mensalmente, cerca de 800 m³ de água para reuso, podendo chegar, em operação máxima, a produzir 65 m³ por dia. Em janeiro, a produção foi de 823,7 m³, gerando uma economia de R$ 13,8 mil.

      “Esse tratamento traz grandes vantagens para a utilização em aeroportos. No caso do Aeroporto de Goiânia, foi dimensionado para um público de mais de 6 milhões de passageiros ao ano. À medida que nossa demanda crescer, a produção da ETR também cresce”, explicou José Constâncio, engenheiro ambiental responsável pela operação da estação. “Neste cenário em que a crise hídrica chega ao Centro-Oeste, a ETR constitui uma fonte alternativa de água para o aeroporto”, acrescentou o engenheiro.

      Segundo a avaliação da coordenadora de Meio Ambiente do Santa Genoveva, Arlete Machado, uma das grandes vantagens da utilização da água de reuso é a preservação de água potável. "Isso permite que seu uso seja exclusivamente para atendimento de necessidades que exigem a sua potabilidade, como para o abastecimento humano. Entre outras vantagens, podemos também apontar a redução do volume de esgoto descartado e a redução dos custos com água e esgoto", destacou.

Foto de parte da ETR de Goiânia, onde águas estão sendo tratadas para reutilização.
   Como a ETR funciona

São coletadas e tratadas águas pluviais e também águas cinzas, que são os descartes gerados nas pias, bebedouros e chuveiros, que não sejam provenientes de sanitários, onde há contaminantes biológicos.

No caso das águas pluviais, estas são coletadas pelo sistema de calhas de todo o terminal, e passam por separação de água e óleo, filtragem e desinfecção por ultravioleta. Já as águas cinzas recebem tratamento aeróbio, com aeração, sedimentação e polimento, e tratamento físico-químico, que inclui floculação, sedimentação, desinfecção, filtração e desinfecção ultravioleta.

Após o tratamento, estas águas são utilizadas para descarga nos vasos sanitário e mictórios de todo o terminal de passageiros.


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