As operações aéreas nos aeroportos da rede Infraero estão acontecendo normalmente, sem interrupção na prestação de serviço aeroportuário.
Orientamos aos passageiros que somente se dirijam aos aeroportos as pessoas que forem viajar.
19/01/2017 em Aeroporto de Jacarepaguá - Roberto Marinho

Aeroporto de Jacarepaguá completa 46 anos

      O Aeroporto de Jacarepaguá/Roberto Marinho (RJ) completa 46 anos nesta quinta-feira (19/1). Localizado em posição estratégica, na avenida Ayrton Senna, uma das principais vias da Barra da Tijuca, foi inaugurado em 1971 e passou a ser administrado pela Infraero no ano seguinte.

      O terminal carioca atende a operações da aviação geral – englobando voos não regulares das empresas de táxi aéreo e de escolas de aviação, além de operações offshore (plataforma marítima). Na área do sítio aeroportuário, com aproximadamente 1,2 milhão de m², estão instalados 44 hangares de empresas que fazem manutenção de helicópteros e representam cerca de 80% da movimentação de aeronaves no local.

      Com capacidade para atender 400 mil passageiros ao ano, o terminal de passageiros tem 225,84 m² e a pista de pousos e decolagens conta com 900 metros de comprimento por 30 metros de largura. Até novembro de 2016, foram registrados no aeródromo carioca mais de 50 mil pousos e decolagens - média de 4.565 operações por mês.

      Para o superintendente do aeroporto, Arley Machado, a localização privilegiada faz com que o terminal contribua para o desenvolvimento da cidade. “O Aeroporto de Jacarepaguá vem ampliando sua importância como equipamento estratégico na definição da logística de pessoas, contribuindo para o crescimento econômico, principalmente do Rio de Janeiro, e para o aumento da competitividade do nosso estado no cenário nacional”, destacou.

   Novos negócios

      Com o objetivo de aumentar os negócios comerciais do Aeroporto de Jacarepaguá, a Infraero vai abrir, no dia 20 de janeiro, licitação para conceder uma área externa do terminal para a implantação e exploração de um centro comercial.

      O espaço a ser licitado conta com 31,5 mil m², com 11 mil m² de área construída e 21,8 mil m² de área livre, que poderão ser aproveitados pelo futuro concessionário. O valor mensal estimado do negócio é de R$ 150 mil. “Essa é uma estratégia da Infraero para oferecer aos seus vizinhos uma opção comercial que atenda a demanda da região, reforçando o potencial dos aeroportos como centros de negócios”, afirma o diretor comercial da empresa, José Cassiano Ferreira Filho.

      Esta é uma das primeiras licitações comerciais feita pela empresa após a implementação da Lei 13303/2016, a chamada Lei das Estatais. O edital e os documentos da licitação estão disponíveis no site da Infraero.

Imagem aérea do Aeroporto de Jacarepaguá, em que é possível ver o pátio de aeronaves e o sistema de pátios, com hangares e aeronaves, com visão também da pista de pousos e decolagens.
   Investimentos

      Em 2012, o terminal recebeu o sistema fotovoltaico. Isolado da rede elétrica convencional, o sistema utiliza painéis para capturar energia solar e recebeu investimentos de cerca de R$ 13,4 mil. No ano seguinte, foi realizada a construção do pátio de manobras de veículos, no valor de R$ 305 mil. Já em 2014, a Infraero instalou um novo sistema de iluminação de pistas com tecnologia LED, para reduzir o consumo de energia elétrica, o custo de manutenção e a incidência de troca de lâmpadas. O eixo viário e o estacionamento também receberam nova iluminação.

      Além disso, o terminal de Jacarepaguá foi o primeiro da Rede Infraero a receber, em 2015, uma estação meteorológica de superfície com utilização de painel solar. A medida objetiva aperfeiçoar a captação das informações meteorológicas, ampliando o nível de segurança no processo de aproximação das aeronaves nos pousos e decolagens.

   Histórico

      A história do terminal tem início na metade dos anos 20, quando o francês Pierre Georges Latécoerè, um pioneiro da aviação, planejou ligar a França à América do Sul pelos ares. O Rio de Janeiro, então capital do Brasil, era o local ideal, mais precisamente no Campo dos Afonsos (Base dos Afonsos, da Força Aérea Brasileira - FAB).

      Durante muitos anos, a pista de pouso dos Afonsos recebeu aviões da Companhia Latécoerè e Aeropostale (mais tarde Air France), o Correio Aéreo Francês. À época, o atual Aeroporto de Jacarepaguá servia como um campo de pouso auxiliar ao Campo dos Afonsos, quando este tivesse nebulosidade prejudicial ao tráfego aéreo. Em 1944, o Campo dos Afonsos passou para a jurisdição do Ministério da Aeronáutica e foi utilizado pela FAB para treinamento de cadetes e oficiais aviadores.

      Em 19 de setembro de 1966, o decreto-lei 59.234 estabeleceu o campo de pouso de Jacarepaguá como Aeródromo para Aviação Civil de Pequeno Porte. Em 1969, o aeroporto começou a ser realmente construído, iniciando por uma estação de passageiros, um pátio para estacionamento de aeronaves e três hangares para manutenção. As obras terminaram em 28 de dezembro de 1970, e, em 19 de janeiro de 1971, o Ministério da Aeronáutica autorizou, oficialmente, o início das operações no Aeroporto de Jacarepaguá.

      Em 18 de junho de 2008, por meio da Lei nº 11.702, o terminal foi denominado de Aeroporto de Jacarepaguá/RJ – Roberto Marinho, em homenagem ao jornalista fundador das Organizações Globo.


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