14/03/2017 em Aeroporto Internacional de Belém - Val-de-Cans - Júlio Cezar Ribeiro

Terminal de carga de Belém alcança 100% de nacionalização de cargas locais em 2016

      Em 2016, o terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Belém/Val-de-Cans – Júlio Cezar Ribeiro (PA) alcançou o índice de 100% de nacionalização das cargas de importação TC 6 (aquelas destinadas ao próprio estado). Isso significa que todos os volumes de importação destinados a localidades dentro do Pará armazenados no complexo logístico passaram pelo processo de desembaraço aduaneiro dentro do próprio Teca.

      Esse resultado destaca a capacidade do complexo logístico do terminal belenense para processamento de cargas e para garantir a agilidade do fluxo logístico local e as condições oferecidas pela Infraero para os clientes que utilizam os serviços de Soluções Logísticas oferecidos em toda a Rede.

      O coordenador do Teca de Belém, Emanoel Leite Junior, pontuou sobre o índice obtido no complexo. “O trabalho de aproximação com os principais clientes, promovido pela gestão do Teca de Belém, foi um fator decisivo para obtermos estes resultados. Outro fator facilitador é a presença dos principais órgãos anuentes nas dependências do terminal de cargas, aumentando a celeridade do processo aduaneiro”, destacou.

   Sobre a política de fidelização na Rede Teca

      No mundo corporativo, o conceito de fidelização consiste no trabalho de atração e conservação de clientes estratégicos para que eles utilizem continuamente os serviços oferecidos por uma prestadora de serviços. Dentro do contexto da Rede Teca, o trabalho de fidelização é cumprido em um ciclo de visitas a clientes estratégicos, com o propósito de apresentar a eles as estruturas logísticas, facilidades e diferenciais oferecidos pela empresa. Nas visitas, são explicados processos e discutidas particularidades do processo de desembaraço dos produtos, como trâmite das cargas, tarifas e diferenciais de infraestrutura.

      Em termos operacionais, o objetivo da fidelização é incentivar os clientes que utilizam os complexos logísticos da Infraero a nacionalizar as cargas pelos terminais, além das possibilidades de atuação em parceria em toda a cadeira logística, minimizando a movimentação de volumes para desembaraço em zonas secundárias. Dependendo do planejamento, a centralização dos processos pode ser vantajosa tanto para o cliente, com reduções de custo e de tempo de entrega, quanto para a cadeia logística em geral, com ganhos de agilidade, atendimento de demanda e competitividade comercial.

Imagem da fachada frontal do terminal de logística de carga do Aeroporto de Belém.
   Características e demandas do Teca de Belém

      O complexo logístico do Aeroporto de Belém conta com uma infraestrutura diversa e versátil, que opera 24 horas por dia, para o atendimento à demanda de seus clientes, que só no setor de importação inclui empresas dos segmentos de mineração, siderurgia, celulose e papel, construção naval, pesquisa científica, maquinas e equipamentos pesados e equipamentos de informática. Entre os polos atendidos pelo Teca, está o distrito industrial de Barcarena e os polos de mineração de Parauapebas, Oriximiná, Jurutí e Paragaminas. Na exportação, as principais cargas movimentadas são peixes ornamentais, bexigas de peixe e polpas de frutas, tendo como destinos principais os Estados Unidos, Europa e Ásia.

      Um dos diferenciais do Teca de Belém para agilizar o desembaraço é a presença de estruturas da Alfândega da Receita Federal do Brasil, Ministério da Agricultura (Uvagro), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no terminal, facilitando os trâmites burocráticos de nacionalização das cargas de importação.

      Além disso, o Teca, instalado em uma área de 1.040 m², conta com diversos equipamentos e facilidades, como câmaras frigoríficas para a manutenção de cargas em temperatura controlada, área para armazenamento de cargas com temperatura controlada (entre 16º C e 25ºC) e área segregada para o armazenamento de cargas restritas e/ou perigosas, além de uma doca com quatro posições para carretas, caminhões e veículos menores. Entre os equipamentos disponíveis, pode-se enumerar empilhadeiras com capacidade para movimentar até cinco toneladas de cargas, balanças com capacidade para até cinco toneladas de cargas, estantes para o armazenamento verticalizado de cargas e equipamento de inspeção por raios X para fiscalização de cargas.

      O complexo conta ainda com um sistema informatizado de controle de cargas (TECAplus) e monitoramento 24h das áreas internas e externas do armazém de carga. O Teca de Belém é capaz de 100 toneladas de cargas comuns, contando também com até 55 m³ de área para cargas refrigeradas; até 5 m³ de área para cargas congeladas; e até 13 m² de área para receber cargas com temperaturas controladas (entre 16 º C e 25º C).

      No ano de 2016, foram movimentadas 912 t de cargas no complexo, sendo 283 t na importação e 629 t na exportação, área em que o Teca registrou crescimento de 3,7% na movimentação em relação a 2015.

      Vale destacar ainda que o Aeroporto Internacional de Belém conta com voos internacionais diretos para Portugal e Estados Unidos, que também trazem cargas de importação para o terminal. As aeronaves têm capacidade de transportar até 16 toneladas de cargas paletizadas por trecho.


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